terça-feira, 6 de novembro de 2012



Minha infância foi marcada por "textinhos" da cartilha Reino da Alegria que , por não ter acesso à livros e nem condições para comprá-los,  minha mãe"muito sábia," todas as noites fazia a leitura da cartilha e da bíblia sagrada para os oito filhos. Considero importante esta fase, pois enriquecia nosso vocábulário, despertava a imaginação e ainda nos permitia a possibilidade de interpretação e compreensão. Aos quatorze anos, iniciei no mercado de trabalho e gastava uma parte de meu salário  com livrinhos paradidáticos, presenteava meus irmãozinhos e, minha mãe fazia  uso brilhante destes presentes. Na minha cidade não existia biblioteca, mas sempre arrumava um jeitinho para ir de ônibus à cidade vizinha que contava com este serviço público. Hoje, tenho três filhos e apesar de ainda não ter "terminado" minha casa, fiz questão de construir uma pequena biblioteca que é recheada de livros diversos e interessantes para crianças.

Um novo olhar em Leitura e Escrita: Depoimento sobre Leitura e Escrita - Valdir W Pire...

Um novo olhar em Leitura e Escrita: Depoimento sobre Leitura e Escrita - Valdir W Pire...: Quando cursei ensino fundamental, era estimulado a ler histórias em quadrinhos, contos, romances,etc. Já no ensino médio, li muitos livro...

GÊNERO TEXTUAL: INTERROGATÓRIO

O delegado perguntou ao interrogado: “Qual o seu nome?”

O interrogado respondeu: “Lucca de Souza”.

O delegado pergunta: "Qual a sua profissão?"

O interrogado resondeu: "Professor"

O delegado pergunta: “Qual o seu endereço?”

O interrogado respondeu: ”Avenida dos Coqueiros, 1000 –  São Paulo-SP”.

O delegado informa: "Está ciente que de acordo com o código penal, o senhor deverá dizer somente a verdade?"

O interrogado respondeu: "Sim."

O delegado pergunta: “O que aconteceu?”

O interrogado respondeu: “Acordei bem cedo, olhei no relógio e este marcava 05:00 horas. Dirigi-me ao banheiro para escovar os dentes e lavar o rosto, quando ouvi a campainha tocar. Saí do banheiro, encaminhei-me a porta de entrada, desliguei o alarme e abri a porta. Para minha surpresa e susto, ali estava um homem caído no chão, olhei ao redor e verifiquei que não havia mais ninguém no corredor. Então, criei coragem e toquei no homem, notando que ele estava frio. Imaginei que estava morto, ainda com esperança, peguei o telefone para ligar à polícia”.

O delegado pergunta: “Que horas aconteceu o crime ?”

O interrogado respondeu: “Não sei, delegado”.

O delegado pergunta: “Era Homem ou Mulher ?”

O interrogado respondeu: “Quem, o morto ou o assassino?"

O delegado pergunta?" O senhor sabe quem é o assassino?"

O interrogado respondeu: “Não”.

O delegado pergunta: “Certamente você ouviu o tiro?”

O interrogado respondeu: “Não ouvi nenhum barulho delegado”.

O delegado pergunta: “Então, a vítima gritou por ajuda?“

O interrogado respondeu: ”Não ouvi nada, delegado”.

O delegado pergunta: “Procurou se informar com vizinhos e outras pessoas?"

O interrogado respondeu: " Sim. Ninguém viu e ouviu nada"

O delegado pergunta: “Havia outra pessoa com você?”

O interrogado respondeu: “Não”.

O delegado pergunta: “Você conhecia a vítima?”

O interrogado respondeu: “Não”.

O delegado pergunta: " Você pode informar, que motivo alguém teria para jogar um cadáver à sua porta?"

O interrogado respondeu: " Não.Não penso em outra coisa"

O delegado pergunta: “Deseja acrescentar algo em seu depoimento?”

O interrogado respondeu: “Não, Senhor Delegado”.Espero somente que o mistério seja investigado.

Oitiva encerrada.

Maria Isabel 

Um novo olhar em Leitura e Escrita: Produção de texto - Gênero Interrogatório

Um novo olhar em Leitura e Escrita: Produção de texto - Gênero Interrogatório: Interrogatório Caro leitor. Os textos publicados neste blog fazem parte do processo de produção de textos do gênero Interrogatório,ba...


GÊNERO TEXTUAL: INTERROGATÓRIO

O delegado perguntou ao interrogado: “Qual o seu nome?”

O interrogado respondeu: “Lucca de Souza”.

O delegado pergunta: "Qual a sua profissão?"

O interrogado resondeu: "Professor"

O delegado pergunta: “Qual o seu endereço?”

O interrogado respondeu: ”Avenida dos Coqueiros, 1000 –  São Paulo-SP”.

O delegado informa: "Está ciente que de acordo com o código penal, o senhor deverá dizer somente a verdade?"

O interrogado respondeu: "Sim."

O delegado pergunta: “O que aconteceu?”

O interrogado respondeu: “Acordei bem cedo, olhei no relógio e este marcava 05:00 horas. Dirigi-me ao banheiro para escovar os dentes e lavar o rosto, quando ouvi a campainha tocar. Saí do banheiro, encaminhei-me a porta de entrada, desliguei o alarme e abri a porta. Para minha surpresa e susto, ali estava um homem caído no chão, olhei ao redor e verifiquei que não havia mais ninguém no corredor. Então, criei coragem e toquei no homem, notando que ele estava frio. Imaginei que estava morto, ainda com esperança, peguei o telefone para ligar à polícia”.

O delegado pergunta: “Que horas aconteceu o crime ?”

O interrogado respondeu: “Não sei, delegado”.

O delegado pergunta: “Era Homem ou Mulher ?”

O interrogado respondeu: “Quem, o morto ou o assassino?"

O delegado pergunta?" O senhor sabe quem é o assassino?"

O interrogado respondeu: “Não”.

O delegado pergunta: “Certamente você ouviu o tiro?”

O interrogado respondeu: “Não ouvi nenhum barulho delegado”.

O delegado pergunta: “Então, a vítima gritou por ajuda?“

O interrogado respondeu: ”Não ouvi nada, delegado”.

O delegado pergunta: “Procurou se informar com vizinhos e outras pessoas?"

O interrogado respondeu: " Sim. Ninguém viu e ouviu nada"

O delegado pergunta: “Havia outra pessoa com você?”

O interrogado respondeu: “Não”.

O delegado pergunta: “Você conhecia a vítima?”

O interrogado respondeu: “Não”.

O delegado pergunta: " Você pode informar, que motivo alguém teria para jogar um cadáver à sua porta?"

O interrogado respondeu: " Não.Não penso em outra coisa"

O delegado pergunta: “Deseja acrescentar algo em seu depoimento?”

O interrogado respondeu: “Não, Senhor Delegado”.Espero somente que o mistério seja investigado.

Oitiva encerrada.

terça-feira, 16 de outubro de 2012



Experiências de leitura


A leitura entrou na minha vida muito cedo, lembro dos meus pais comprando livros infantis, onde em um primeiro momento só interessavam as figuras de princesa, príncipes, lindos palácios, etc. Com o passar do tempo aprendi a ler e comecei a gostar dessa pratica, pois percebi que através da leitura podia conhecer vários lugares e aprender vários coisas. A leitura faz com que a nossa visão de mundo seja ampliada e que possamos pensar e refletir sobre vários assuntos. A escrita por sua vez veio complementar a leitura, lembro que quando estava na 2ª Série não conseguia fazer duas coisas ao mesmo tempo: escrever e pensar. Lembro que minha mãe escrevia o que eu falava e revia comigo o texto escrito, apesar de sua pouca escolaridade. Penso que nós duas ganhamos conhecimento e partilharmos bons momentos. Tive muitas experiências com a escrita, mas a que tive ao lado de minha mãe foi a mais gratificante. Hoje trabalho com crianças e jovens e procuro passar para eles a importância da leitura e escrita, já que vivemos em uma sociedade letrada, onde você saber se expressar faz toda a diferença. 

Professora Aparecida

Experiências significativas em relação a leitura e escrita - Danielle

     Minha 1ª experiência significativa em relação a leitura e escrita ocorreu quando estava na 7ª série como o livro " A Ilha Perdida".Tinha uma professora de Português que indicava alguns livros todos os bimestres, mas nos deixava à vontade para escolhermos o que perecia ser interessante.
     Alguns colegas leram este livro e outros da coleção Vaga-Lume que por sinal eram ótimos. Lí o livro muito rápido e a cada página , sentia mais vontade em saber o desfecho da história, à partir daí lia sempre vários livros desta coleção.
      Hoje penso que ler é muito importante, mas também penso que a leitura deve ser prazeirosa, a criança, o adolescente, o adulto devem ser incentivados a lerem, mas também sempre que possível, devem ter a oportunidade de escolha de suas leituras.
     Já no ensino médio tinha que ler alguns livros indicados para o vestibular, alguns muito interessantes e me chamavam a atenção, já outros não, então em alguns momentos se tornava tão cansativo ler, mas era necessário naquele momento, então sentia saudades daquela leitura sem compromisso.
     Atualmente existe as duas situações no meu cotidiano, leio por necessidade, mas também realizo leituras de meu interesse e que me dão prazer.

Professora Danielle

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Depoimento sobre Leitura e Escrita - Valdir W Pires

Quando cursei ensino fundamental, era estimulado a ler histórias em quadrinhos, contos, romances,etc. Já no ensino médio, li muitos livros de literatura.

Portanto, tive uma base muito boa para ser um leitor. Mesmo na faculdade, cursando Matemática a leitura se fez presente em todos os momentos.

Como professor, sempre leio jornais, revistas, livros de todas as áreas e também, sempre faço cursos online, onde a leitura e a escrita é uma ferramenta indispensável para o sucesso do curso.

Recentemente trabalhei com a disciplina DAC Matemática, onde era usado a revista Atualidades para desenvolver leitura e escrita com os alunos, focando na interpretação de gráficos.

Foi uma experiência muito interessante. Contudo, observa-se que em todas as áreas a leitura se faz presente.

Professor Valdir